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Foto da pessoa

Henrique Lienhardt

ID 0603

Pai de Ana Cristina, casada com Marcelo Pizzirani, avô de Arnaldo e Augusto tetravô de Lorena, Alice, Pedro, Rafael, Luna e Gabriela

Henrique Lienhardt casado com Anna Petru Lienhardt.

Reunião da Familia Lienhardt, comemoração BODAS DE OURO

Foto 1

Augusto e Helena, Helio, Edite, Roberto, Irene mãe dos três, henriquinho, Henrique filho,Marcelo Pizzirani, Arnaldo, Antonia Maria, na frente sentados Ana e Henrique, matriarca e patriarca. Ana Cristina esposa de Marcelo com a Patricia no colo. )

Foto 2

Casal Henrique e Anna, qdo comemoraram BODAS DE OURO.

Foto 3

Henrique Lienhardt.

Foto 4

Anna Petru Lienhardt.

Fotos menores (adicionais)

Foto 1

Os bisavós com a bisneta Patricia.

Foto 2

Patricia Pizzirani com seus bisavós.

Foto 3

Comentario da foto 3.

Foto 4

Comentario da foto 4.

Historia

Henrique Lienhardt casou-se com Anna Petru. Dessa união foram gerados três filhos, João, Henrique filho e Ana Cristina. filhos que por sua vêz lhes deram oito netos, o mais velho, gerou Alcides, Aristides e João. O filho Henrique Lienhadt filho gerou com sua esposa Irene tres filhos, dois homens e uma mulher o mais velho Hélio, o segundo Roberto e uma terceira filha Edite.

Henrique Lienhardt ao que sei, morou durante anos na avenida 28 entre ruas 4 e 5, onde até hoje 2026 existe o imóvel, local onde funcionou uma máquina de beneficiar arroz, máquina que meu avô manteve guardada por décadas, onde foi morar depois em imóvel de sua propriedade na esquina da mesma avenida com a rua 4, local onde possuíam amplo jardim muito florido cuidado pela minha avó Anna. Em época próxima a finados cultivavam "palmas" creio ser esse o nome e comercializavam essas flores muito utilizadas para homenagem aos mortos.

Meus avós eram muito estimados no bairro, Luteranos, pertenciam à comunidade religiosa de Confissão Lutherana igreja junto ao Ginásio Koelle, tradicional familia de educadores em Rio Claro.

Meu avô faleceu em 1978, deixando um legado de dedicação à família e à comunidade local. Gostava de pescar, cheguei na puberdade a acompanhá-lo de bicicleta em uma pescaria noturna no rio Corumbatai, juntamente com meu primo Helio e mais um amigo do avô, conhecido como o Bigodudo, talvez por usar vastissimo bigode. Nessa pescaria conseguimos vários bagres. O local era sítio do Andrioli fins da av. 11.

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